A IMPORTANCIA DOS SENTIDOS NA PRODUÇÃO DE EVENTOS

INTELIGENCIA__PROJETOS_EVENTOS_4Quando pensamos na elaboração de um projeto de um evento, onde as pessoas presentes deverão ser impactadas é importante pensarmos também nos cinco sentidos. Todo aprendizado acontece através das percepções sensíveis do nosso cérebro. Olfato, tato, paladar, visão e audição.  Então preparei uma pequena descrição, e lembrança, para te ajudar a ter ideias nos seus projetos.

OLFATO – através do qual sentimos diferentes odores e este nos remete a lembranças variadas. O olfato é um dos grandes responsáveis por perpetuar memórias, boas ou más.

TATO – os nervos sensoriais da pele, nos permite sentir frio, calor, umidade, estranheza, repulsa. Com o tato podemos sentir firmeza, delicadeza, fragilidade e outras sensações no que estamos comprando, recebendo, mostrando, interagindo.

PALADAR – a língua é formada por diversas regiões sensíveis aos sabores. Amargo, doce, salgado, azedo. O paladar manda vários recados para o cérebro, seja para estimular, acalmar ou irritar.

IMG_20150804_165243477 (1)VISÃO – os olhos são as janelas da alma. Eles são usados para nós vermos o mundo. As cores, movimentos, imagens impactam o cérebro diariamente construindo conhecimento e lembranças.

AUDIÇÃO – Todos os sons do mundo, vem aos nossos ouvidos. Desde uma suave música ao som estridente de uma buzina. Os sons, tem muitos poderes e entre eles agitar ou acalmar uma pessoa.

Esse conjunto de sentidos é o que nos faz vivos. Ao elaborar um evento pense sempre em como pode incluir ou aprimorar itens para que essa viagem pelos sentidos seja de prazer, de boas lembranças e de conforto. Faça um evento inesquecível.

Detalhes como uma boa estrutura de som para não ficar cansativo, peças e decoração bonitas e confortáveis, designer para encantar os olhos, comidas de alta qualidade ainda que simples, materiais de qualidade e condizentes com o evento. Use perfumes ou não deixe que odores ruins se propaguem. Como sempre digo “o diabo mora nos detalhes”. Faça sua lição de casa e use a inteligência para criar projetos e eventos espetaculares e inesquecíveis. Simplesmente encante seu público pelos sentidos.

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VOCÊ SABE COMO APROVEITAR UM FALSO NEGATIVO EM PROJETOS?

INTELIGENCIA__PROJETOS_EVENTOS_3Você sabia que o Viagra foi um falso negativo? Pois bem, no final dos anos 80 a Pfizer trabalhou nos testes de um medicamento para tratar de angina. Tudo ia bem até que nos testes com humanos a droga não deu resultado. A maioria desiste de projetos assim que nos resultados ocorra fracasso. Mas, ao olhar diferente, ao estudar os efeitos colaterais, um novo medicamento, com um sucesso de público e bilheteria estreou, nasceu “o Viagra”.

Brincadeiras à parte, muitas vezes nos empenhamos e dedicamos a um projeto onde em algum momento, seja na elaboração, na avaliação de riscos, na execução ou na avaliação dos resultados, aparentemente, tudo dá errado. Temos então um resultado negativo.

Entretanto, em muitas vezes, se olharmos mais de perto,  ou de longe, ou os dois, poderemos enxergar oportunidades até então desconhecidas ou intencionadas.

Já em 2003 Henry Chesbrough, professor de gestão de tecnologia e inovação nos EUA, falava:

“A história da inovação está cheia de exemplos em que o melhor uso de um novo produto ou uma nova tecnologia é totalmente diferente do proposito inicial do projeto.”

Um projeto pode não servir ao seu objetivo, mas pode ser como uma luva para outro. Se você criou, pode disponibilizar o resultado no mercado, para parcerias ou licenciamento de ideias. Essas ideias ou resultados podem não te servir, mas podem ser um prato cheio para outro.

Quantos músicos criam músicas que nunca cantarão? Mas a criação bateu na porta e ela nasceu. Então há a possibilidade de disponibilizarem para outros artistas. Quantas ideias de festivais e atividades surgem durante a pesquisa para um simples show? Quantos resultados inesperados acontecem quando lançamos um evento que nem imaginávamos o resultado? Woodstock, o festival, foi um deles. Quantos eventos, sem intenção, são vistos por investidores como grandes ideias e “pivotam” totalmente seu rumo?

Por isso, é importante, antes de achar que seu projeto foi um fracasso ou tem que ser descartado, fazer uma avaliação. Avaliar e pesquisar junto aos “stakeholders” outras visões sobre o mesmo tema. O pensamento coletivo e a visão compartilhada podem dar soluções até então desconhecidas. Muitas vezes também, um projeto que não atendeu ao primeiro objetivo pode ser adequado a outro.

Por mais que haja pesquisa, estudo e práticas de controle na elaboração e gestão de projetos, o imprevisível e a resposta do meio pode atrapalhar o processo. Mas nem sempre o resultado é negativo. Pense nisso.

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a partir do dia 18 somente o blog WWW.MARILIADELIMA.COM.BR estará com matérias publicadas. Aproveite e vá lá se increver parareceber em primeira mão.

DICIONÁRIO PARA EMPREENDEDORES CRIATIVOS E ANTENADOS

INTELIGENCIA__PROJETOS_EVENTOS_2Bem, agora que você sabe que precisa pensar também em administração, gestão, marketing e finanças dentro do seu projeto, sua empresa, sua Ong e até o seu coletivo, vale saber quais são as palavras usadas hoje e o que cada uma delas quer dizer. Na Inteligência usada em Projetos e Eventos, conhecimento nunca será demais. Confira abaixo:

ACELERADORA ou INCUBADORA–  Empresa que funciona como um centro de estudos e consultoria para empreendimentos embrionários. São locais onde há, ou não, capital financeiro mas existe toda orientação e apoio de profissionais, universidades e outros para o desenvolvimento de novas empresas, startups e novos negócios. Aceleradora – é o nome atualmente usado para as incubadoras principalmente na área tecnológica.

BREAK-EVEN OU PONTO DE EQUILIBRIO DE UM PRODUTO OU SERVIÇO – é a quantidade mínima de produtos\serviço a ser vendido para cobrir os gastos mensais de uma empresa. Quanto tenho que vender para não ter prejuízo.

CANVAS MODEL – matriz de modelo de negócios criada por Alex Osterwalder e Yves Pigneur em 2010 para realizar o Business Model Generation (BMG) um método para avaliação ou criação de novos negócios.  Veja aqui a matéria sobre o tema.

CO-WORKING ou COWORKING – modelo de trabalho que baseia no compartilhamento de espaço. Exemplo um espaço que disponibiliza mesas, acesso a WiFi e linhas telefônicas para escritórios, pontos de trabalho, reuniões etc. Você pode pagar por hora, por dia, por mês ou rachar as despesas.  40% do mercado está em São Paulo. Os espaços são divididos por pessoas, geralmente, de uma mesma área de atuação.

CROWDFUNDING – Fundo monetário vindo de uma multidão. É uma forma de obter capital através de campanhas, online ou não, junto a pessoas e empresas interessadas no projeto apresentado. Atualmente existe muitas plataformas online que oferecem facilidades para a campanha. O Kicante é um dos principais.

CROWDSOURCING – trabalho de forma colaborativo onde as pessoas ou empresas ajudam em uma determinada ação para gerar conteúdo, solução de problemas, fluxo de informações etc para um único resultado. Pode haver ou não remuneração financeira. É executar um trabalho com a ajuda de terceiros.

COMPORTAMENTO – Atitude, forma de agir e de se comportar. Importante para realizar efetivamente seus projetos.

CUSTO DE MATERIAL – custo do material usado no produto. (Ingredientes de uma torta por exemplo ou os materiais como folder e cartazes na divulgação de um evento)

CUSTO FIXO – é a soma de todas as despesas mensais de um empreendimento que esteja funcionando mesmo que ela não tenha nenhuma venda. Mesmo que o custo tenha variação.

CUSTO VARIÁVEL – custo de materiais, insumos ou serviços que eventualmente sejam necessários. Por exemplo: a energia elétrica mensal de um espaço pode ser variável, mas está dentro dos custos fixos. Já a compra de uma lâmpada, que eventualmente queimou, está nos custos variáveis.

DESPESA – é tudo que se gasta em um determinando tempo. Mês, dia, semana, projeto.

DESIGN THINKING – é o pensamento do design onde a empatia é o principal ingrediente. São ideias pensadas em conjunto e de forma livre. O foco é realizar ações que tenham um real entendimento das necessidades das pessoas para o qual o projeto está sendo desenvolvido. O principal recurso para o desenvolvimento, que normalmente é feito em equipe, são os post-its.

EARLY STAGE – nome que se dá a empresas que estão em estágio inicial em suas atividades. Normalmente até 3 anos de existência.

ELEVATOR PITCH OU PICHT– supostamente surgido em Los Angeles para apresentar em até 30 segundos um roteiro para algum produtor em Hollywood. É usado no mundo empreendedor para “vender” a ideia do seu negócio abordando os principais pontos. A média aceita hoje para se ter um Pitch é de até 3 minutos.

EMPREENDEDOR – pessoa que deseja realizar, executar, deixar sua marca e fazer a diferença.

EMPREENDEDOR SOCIAL – o empreendedor que atua com negócios com fins lucrativos, mas com proposta social. Ocupam o chamado setor 2.5

EMPATIA – guarde essa palavra e desenvolva esse dom. É a forma de se colocar no lugar da outra pessoa para conseguir entender seus sentimentos, suas respostas, seus argumentos, sua visão de mundo.

ESCALABILIDADE – possibilidade de replicar um produto com facilidade e com a mesma qualidade. Na área da produção artesanal tem se falado muito sobre este tema: como entregar um produto artesanal com a mesma qualidade em cada produção.

FERRAMENTAS DE MARKETING – meios que a empresa usa para aproximar seus consumidores dos produtos ou serviços que ela oferece. A propaganda é uma ferramenta de marketing.

INVESTIMENTO – é todo dinheiro investido em um negócio, empreendimento, projeto (equipamentos, melhorias, serviços etc)

INVESTIDOR ANJO – são profissionais que atuam nos novos mercados tecnológicos. Eles destinam, normalmente, pequenas somas a novos projetos tecnológicos no risco de conseguir, ou não, fazer parte de uma grande inovação e com altos rendimentos.

LEAN STARTUP – Empresas, na área de tecnologia principalmente, que lançam protótipos de teste para determinados grupo de clientes e assim avaliar suas possibilidades. Chamam o protótipo de Produto mínimo viável (MVP).

MARKETING- Market em inglês é mercado. Marketing é o mercado em movimento. A forma de programar ações para agir perante o público, chamando atenção e movimentando as vendas.

MEI –  Micro Empreendedor Individual – um formato de empresa individual que pode ser aberta inclusiva online pelo empreendedor. O custo mensal é de apenas o valor do INSS individual. Porém, o faturamento mensal está restrito a pouco mais de 5 mil por mês na emissão de notas fiscais.

NETWORKING OU REDE DE CONTATOS E RELACIONAMENTOS- estabelecimento de contatos e relacionamentos. Muito mais do que uma “mala direta” estes contatos devem ser acionados com frequência definida, para ampliar as possibilidades de negócios.

PREÇO DE VENDA – quanto custa seu produto ou serviço no mercado.

PRÓ-LABORE – remuneração mensal que os donos retiram da empresa pelo serviço prestado à própria empresa.

PME – pequenas e médias empresas.

PIVOTAR –  dar novo rumo, nem sempre fugindo do objetivo final, em um negócio.

PERSONA – cliente típico\ publico alvo de um blog, negócio digital, site etc.

REMUNERAR – pagar salários, cachês, honorários.

PERSUASÃO – capacidade de convencimento do outro.

ROI – retorno sobre o investimento.  Porcentagem de ganho em relação ao dinheiro investido.

STAKEHOLDERS – todas as pessoas, de vários seguimentos, envolvidas com o seu negócio. Fornecedores, funcionários, clientes, prestadores de serviço, imprensa e outros. Todos os que serão de alguma forma impactados pelo projeto.

SPEED CAPITAL – “capital semente”, aquele usado para dar início a um negócio.

STORYTELLING – contar a sua história de superação, de empreendedorismo. E uma forma de comunicar com o público através de histórias pessoais, histórias relacionadas aos produto ou serviço, superação e cases de sucesso etc.

VALIDAÇÃO – validar uma ideia, uma empresa, um projeto, é colocar à prova do mercado e avaliar seus resultados de fato. A validação é feita geralmente em um grupo restrito ou escolhido para controlar os resultados de forma mais efetiva.

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(Fontes de pesquisa: Livro Aprender e Empreender – SEBRAE \Fundação Roberto Marinho – HSM Management- Sites pela internet – Wikpédia)

EDITAL DE OCUPAÇÃO DE ESPAÇOS CULTURAIS EM OSASCO – SP

Confira abaixo o edital de ocupação de espaços culturais da Seretaria de Cultura de Osasco – SP:

Portaria Interna n.º 06/2016 Edital de Ocupação de Espaços da Secretaria da Cultura

A PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE OSASCO por meio da SECRETARIA DA CULTURA faz publicar neste edital, para conhecimento dos interessados, que estarão abertas, no período de 28 de março a 29 de abril de 2016, as inscrições do processo seletivo para ocupação dos espaços culturais administrados pela Secretaria da Cultura, conforme as normas estabelecidas abaixo. O presente Edital de Ocupação dos espaços culturais administrados pela Secretaria da Cultura de Osasco tem como objetivo incentivar a circulação e apresentação de espetáculos e estabelecer a forma e os critérios para ocupação dos espaços públicos, a fim de gerar um processo de isonomia de oportunidades que atenda aos objetivos da política cultural da Secretaria da Cultura, no que se refere à programação cultural da cidade, contemplando os períodos disponíveis na temporada compreendida entre 08 de junho à 18 de dezembro de 2016.

O presente Edital visa identificar propostas de projetos artístico-culturais que se coadunem com os objetivos da Secretaria da Cultura do Município de Osasco, voltados à democratização do acesso à cultura via criação de plateias.

1 – DO OBJETO

1.1 – Constitui objeto do presente Edital a seleção de atividades artístico-culturais, temporárias, em 03 (três) espaços culturais administrados pela Secretaria da Cultura, a saber: Espaço Cultural Grande Otelo – com programação de quarta à domingo Teatro Municipal Glória Giglio de Osasco – com programação de quarta à domingo Teatro Nivaldo Santana – com programação de sexta à domingo

1.2 – Para o Teatro Municipal Glória Giglio de Osasco a Secretaria da Cultura receberá propostas como abaixo detalhado: Quarta Feira – Programa 4ª Sinfonia (propostas de Música – Instrumental e/ou Vocal – Erudita ou Popular) De Quinta à Sábado – Espetáculos de Teatro, Música, Dança e Domingo – Espetáculos de Teatro Infantil

1.3 – Para o Espaço Cultural Grande Otelo e Teatro Nivaldo Santana, a ocupação estabelecida neste Edital destina-se a selecionar e agendar espetáculos artísticos, contemplando apresentações nas modalidades: Teatro, Música, Dança e Audiovisual.

Veja as datas, regras e disponibilidades no link, página 36 – EDITAL

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APROVEITE O PRONATEC DA CULTURA

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Pronatec Cultura: passo a passo para gestores públicos

Está aberto o processo de abertura de vagas para o Pronatec Cultura deste ano. O número de vagas será estabelecido a partir da demanda de secretarias municipais e/ou estaduais de cultura, ou órgão equivalente – apresentada ao Ministério da Cultura (MinC), por meio de sua Secretaria de Formação Artística e Cultural (Sefac).

Confira abaixo os procedimentos necessários.

Como aderir ao Pronatec Cultura?
As secretarias de Cultura ou os órgãos responsáveis pelas políticas públicas culturais de estados e municípios contatam o MinC pelo endereço eletrônico pronatec.cultura@cultura.gov.br, manifestando sua intenção em participar do Pronatec Cultura. 

Como solicitar vagas?
Os órgãos interessados receberão por e-mail uma planilha de mapeamento de demanda, na qual deverão informar e justificar quantas vagas e quais dos cursos disponíveis desejam ofertar em sua região. Confira aqui a lista dos 75 cursos ofertados nesta edição do Pronatec Cultura. Mais informações estão disponíveis no site do programa, dentro do Guia de Cursos de Formação Inicial e Continuada (Guia Pronatec de Cursos FIC) e do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos.

Quem oferta os cursos?
O ofertante é a unidade educacional cadastrada no Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (Sistec) e habilitada pelo MEC para realizar os cursos do Pronatec Cultura. São ofertantes do Pronatec: os Institutos Federais, o Sistema S e as escolas técnicas municipais e estaduais. Se em sua região existe fundação de cultura que oferte cursos técnicos, entre em contato com o MinC pelo emailpronatec.cultura@cultura.gov.br para verificar a possibilidade de cadastramento dessa instituição.

Homologação de vagas 
Baseada nas demandas de todo país, o Ministério da Educação (MEC) pactua com as unidades ofertantes a quantidade de vagas que poderão ser abertas. O resultado será publicado nas páginas do Sistec e do MinC.

Pré-matrículas e matrículas
Definido o número de vagas disponíveis, os órgãos responsáveis pelas políticas públicas culturais de estados e municípios terão preferência sobre as vagas que solicitaram. Os órgãos terão quatro dias exclusivos para realizar as pré-matrículas nestas vagas. Depois desse prazo, as vagas serão compartilhadas com outros demandantes e, caso ainda não tenha sido preenchidas, são abertas as inscrições on-line no site do Pronatec. 

Sobre o Pronatec 
O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) é um programa do Governo Federal, coordenado pelo MEC, cujo objetivo é expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica no país. O MinC é responsável pelo Pronatec Cultura, modalidade que, desde 2013, já ofertou  50.341 vagas em cursos técnicos na área cultural em todo Brasil.

Mais informações
Além do site Pronatec e do MEC, mais informações podem ser obtidas com a Sefac/MinC pelo email pronatec.cultura@cultura.gov.br  ou pelo telefone (61) 2024-2275. 

FONTE: material publicada pela Secretaria de Formação Artística e Cultural – Ministério da Cultura – no site: http://www.cultura.Gov.br

 

PROJETO DE LEI PARA REGULAMENTAR A LEI ROUANET

download (18)A Lei Rouanet está mesmo dando o que falar. Por essas e por outras que muito deputado começa a olhar mais para a cultura, o que para os trabalhadores do setor, isso bom. Mas será que, assim como as matérias plantadas na mídia, a criação de novas leis não tem apenas motivos politiqueiros?

Neste movimento que o deputado federal Benjamin Maranhão (SD) apresentou nesta quarta-feira (24), no Congresso, Projeto de Lei (Nº 4526/2016) para proibir a captação de recursos a eventos culturais que gerem lucro, através da Lei Rouanet. O objetivo é garantir a democratização de acesso ao incentivo criado pelo Governo em 1991 para estimular a produção cultural nacional.

Você pode aqui ouvir meu podcast onde falo sobre O QUE É A LEI ROUANET.

É preciso entender o que é a lei, como funciona, quais os benefícios e beneficiados. Vejo como muito negativo as matérias aos montes falando da Claudia Leite como se a lei se resumisse a isso ou que estes tipos de projetos. Não, isso não é verdade.São mais de 3 mil projetos, em todo o Brasil sendo aprovados anualmente e menos de 10% com figuras como a “Claudinha”. Mas, se olharmos o outro lado, talvez seja uma oportunidade para discutir, na grande mídia, como funciona e quais são as necessidades da cultura. E principalmente, a votação e a criação de leis que vão ajudar a melhorar esse cenário.

O deputado federal Benjamin Maranhão (SD) apresentou o Projeto de Lei (Nº 4526/2016) para proibir a captação de recursos a eventos culturais que gerem lucro, através da Lei Rouanet. O objetivo é garantir a democratização de acesso ao incentivo criado pelo Governo em 1991 para estimular a produção cultural nacional. Ele sugere que seja acrescido o inciso 4º ao artigo 2º da Lei Rouanet, vedando a concessão do benefício aos projetos com essas características. Segundo ele “Não podemos acreditar que artistas consagrados, que arrastam multidões e faturam milhões, precisem da lei de incentivo à cultura. Esse instrumento deve ser utilizado para promover projetos que necessitem de estímulo para acontecerem e que possam, de fato, contribuir com a propagação da arte e da cultura do nosso povo”.

A lei é sim para todos e não vejo problema, legal, que a Claudia Leite tenha aprovado um projeto. O problema talvez seja moral, mas para isso serão anos de educação pela frente, outra história. Mas não podemos esquecer que ela não é a única, que o valor era baixo e que nem tinha captado. Agora então já cancelou, pronto. Mas pela lei já passaram Zeca Pagodinho, Cirque du Soleil, Zélia Duncam, Fernanda Montenegro e tantos outros atores globais. A lei é para todos e por isso estão em seu direito. O que precisa é de regulamentação. Regulamentação agora proposta pelo deputado Benjamin Maranhão.

A única questão que devemos pensar, discutir e acompanhar é “como será a avaliação do GERAR LUCRO? “. Tudo na cultura é muito subjetivo e sem condições de métricas pré estabelecidas. Existem projetos caríssimos e de grande valor cultural, que necessitam de apoio do governo, é assim em todo o mundo. Mesmo que cobrem ingresso. Esse é o caso de praticamente todos os museus do mundo.  Para muitos, fazer algo gratuito a principio, pode ser bom como marketing e num futuro ser usado como gerador de receita, veja marketing com dinheiro público.

Ficam então as perguntas: Como serão estas avaliações? A própria Claudia Leite poderia então entrar com um projeto onde não cobrasse nada? A lei será só pra quem é pobre e não tem dinheiro?  Uma pessoa famosa não poderá apresentar projetos? Isso não é violar a constituição quando excluímos se pobres ou ricos? E ainda assim, qual a métrica para definir isso? Talvez, não seria melhor aprovar algo, que está sendo proposto há anos, onde a grande diferença está no tamanho das porcentagens? Onde as Claudias Leites poderiam participar, mas por pontuação, levando em conta N fatores, seria aprovada mas a empresa teria somente 10 ou 20% de desconto, enquanto um cantor que estivesse em início de carreira tivesse 100%?

Enfim, as discussões sobre a cultura não começaram agora, há mais de 12 anos tem muita gente discutindo seriamente todas as nuances, caminhos e “se” deste setor tão importante para o desenvolvimento de um país. Estamos caminhando, um dia de cada vez. Mas muito já se andou. Poderia inclusive sugerir aos jornalistas e deputados de plantão que fizessem uma pesquisa sobre o Plano Nacional de Cultura.

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RESULTADO DA SELEÇÃO DOS EDITAIS DA CAIXA ECONOMICA

Caixa-CulturalA Caixa Econômica Federal divulgou nesta terça-feira (12) o resultado da seleção dos projetos culturais a serem realizados em 2016. O edital contempla a ocupação dos espaços da CAIXA Cultural e apoio a festivais de teatro e dança.

Os projetos selecionados vão compor a programação das unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, no período compreendido entre os meses de março de 2016 e fevereiro de 2017, podendo ser estendido até fevereiro de 2018, em caso de projetos itinerantes (aqueles realizados em mais de uma Unidade). O valor máximo de patrocínio, por cidade é de R$ 300 mil.

Cada proponente apresentou até dez projetos, podendo cada um ser realizado em uma ou mais cidades com CAIXA Cultural. Foram aceitos projetos de artes visuais (fotografia, escultura, pintura, gravura, desenho, instalação, videoinstalação, intervenção e novas tecnologias ou performances); teatro (contemporâneo, físico, circo-teatro, performance de palco); dança (contemporânea, clássica, dança-teatro); vivências (cursos, seminários, apresentações); música e cinema.

Dos 3.969 projetos inscritos foram selecionados 276, que se desdobrarão em torno de 550 eventos.O Programa CAIXA de Apoio a Festivais de Teatro e Dança selecionou projetos em todo o território nacional, a serem realizados no período de janeiro a dezembro de 2016. O valor máximo concedido será de R$ 200 mil. Foram considerados somente os festivais que contemplem no mínimo cinco companhias ou grupos de teatro/dança participantes, e que tenham pelo menos dez espetáculos distintos, além de palestras, oficinas e cursos.

Foram inscritos 397 festivais e selecionados 27 (11 de dança e 16 de teatro), que se desdobrarão em torno de 1.050 eventos.O resultado das seleções está disponível na Agência CAIXA de Notícias no endereço www20.caixa.gov.br/Paginas/Apresentacoes  e também em www.programasculturaiscaixa.com.br.

Fonte: Agência Caixa de Notícias

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INTELIGÊNCIA NA ELABORAÇÃO E GESTÃO EM PROJETOS – CURSO PRESENCIAL EM JANEIRO DE 2016

Você que queria muito meu curso presencial olha ele aí. Dias 16 e 17 de janeiro, em São Paulo nós poderemos nos encontrar e falar sobre a INTELIGÊNCIA NA ELABORAÇÃO E GESTÃO DE PROJETOS. Essa é minha primeira agenda para o ano de 2016 e quero te ver por lá.

12187673_10154386991478712_7530135820567049477_nFalaremos sobre:

  • Escolher a ideia,
  • Construir o esboço,
  • Utilizar o MÉTODO**
  • Escrever o projeto
  • Leis de incentivo e editais
  • Plano de Mídia
  • Captação de recursos
  • Execução/ Gestão
  • Finalização
  • Prestação de contas
  • Extras

Um curso imperdível para quem quer realmente aprender a fazer projetos reais, factíveis, criativos e inteligentes. Um curso para quem não quer só escrever e aprovar projetos mas que quer executar, captar e realizar o que está proposto.

No curso, além de me basear pelas técnicas do PMI (Um instituto que pesquisa e define parâmetros para o gerenciamento de projetos), utilizo também o modelo de construção do Canvas que é aquele famoso construtor de idéias que trabalha como os post-its.

Agora o mais legal que tenho pra te oferecer é o meu MODELO exclusivo de construção de projetos onde você realmente fixa o conteúdo e aprende na prática como fazer.

Para todos os que se inscreverem tenho 04 bônus:

  1. *Kit de planilhas e modelos para construir seus projetos.
  2. *Agenda de editais para 2016
  3. *E-Book – Divulgando projetos e eventos nas redes sociais.
  4. *Vídeo exclusivo: “Crowndfunding

E ainda um quinto bônus SURPRESA mas muito útil para o produtor cultural e de eventos.

TÓPICOS:

O que é um projeto – DA IDÉIA À EXECUÇÃO – Pesquisa de mercado – ESCOLHENDO O PROJETO – Justificativa – OBJETIVOS – Etapas de um projeto – GESTÃO DE PESSOAS – Gestão de materiais – LOGÍSTICA –  Gestão de riscos – GESTÃO DE RECURSOS FINANCEIROS –  Estrutura de trabalho – PLANILHAS – Indicadores de desempenho – PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO – Plano de Mídia – CAPTAÇÃO E MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS – Contratações – LEIS E LICENÇAS – No papel – ADEQUAÇÃO À LEIS DE INCENTIVO, EDITAIS, EMENDAS E OUTROS – Execução e gestão – AVALIAÇÃO – Diversos.

Então se você é da área de projetos, eventos, cultura, entidades sociais, comunicação, marketing, produção, artes etc se inscreva agora para receber as informações completas desse curso:  faça aqui sua inscrição. Para todos os que se inscreverem até o dia 15 de dezembro o desconto será de 20% do valor total. Acompanhe as informações.

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PATROCINIO CULTURAL NÃO É VINCULADO, NEM DEVE SER, ÀS LEIS DE INCENTIVO

(texto publicado há dois anos)

Resolvi escrever este texto pois há muito venho dizendo ao pessoal da cultura que elaborar projetos e procurar patrocinadores não é vinculado ao cadastro em leis de incentivo ou editais. Os projetos e os patrocínios devem e acontecem independente de ter ou não uma lei ou edital para tal.

Para entender um pouco mais trouxe o primeiro “mecenas” Gaius Maecenas ou Caio Cílnio Mecenas (68-8 a.C.), conselheiro do imperador Cesar Augusto o filho de Júlio César. Ele criou a sua volta a permanência de amigos intelectuais e artistas. Era um patrocinador de todos, tornando-se um modelo para vários outros governantes e pessoas importantes. Tudo isso sempre com a intenção também de melhorar a própria imagem. ImagemDesde então, com toda essa fama e modelo copiado, o termo “mecenas” se tornou adjetivo para aqueles que patrocinavam as artes e os seus artistas. E claro esse patrocínio veio sempre com a contrapartida da fama e da boa imagem para quem o fazia.

Passados muitos e muitos anos ainda hoje as belas artes e agora muito mais a cultura em sua totalidade abrangendo a culinária, patrimônio, línguas, costumes e tal, está ainda dependente, e com razão, dos “mecenas”, dos patrocinadores que por aí buscamos. O mecenato, ou patrocínio, tem dois pontos de atuação: o cultural e o social. Nas duas áreas vem sendo desenvolvido e pensado os incentivos fiscais para que seja mais efetivo a participação de empresas e pessoas físicas. Ponto positivo.

Na área da cultura, no Brasil, temos leis federais, estaduais e municipais. As leis federais principais e efetivas são a Rouanet e a Lei do Audiovisual voltada para o cinema. A Rouanet, antiga lei Sarney, trabalha com incentivos das empresas e pessoas físicas através do IR e o abatimento variando até 100%. As leis estaduais trabalham com incentivos através do ICMS, só podem patrocinar empresas, e as porcentagens de abatimento na maioria dos estados (quase todos já tem sua lei de incentivo) é de 80% e 20% tem que sair efetivamente do bolso da empresa. No estado de São Paulo, o Proac, lei estadual, o abatimento é de 100% do valor patrocinado. As leis municipais são variáveis de acordo com o município e trabalham com o IPTU e ISS para os incentivos. A grosso modo, a empresa deposita na conta do projeto cultural o valor X, guarda o recibo e na hora de pagar o imposto faz o abatimento de acordo com as normas.

Muito legal né? Só que com essa prática, e com o aumento dos cursos sobre projetos e produção cultural, captação de recursos e outros, tem se deixado, erroneamente, a impressão de que as leis de incentivo e editais estão vinculados aos projetos e vice-versa. Com a quantidade de novos projetos e novas possibilidades estão quase todos, patrocinadores e patrocinados, VICIADOS em patrocínios apenas via leis de incentivo. Ponto negativo.

Quando se elabora e escreve um projeto o principal objetivo dever ser realiza-lo, de uma forma ou de outra. Muita gente me procura para auxiliar nos problemas com captação. Costumo dizer sempre que o mais fácil é escrever e aprovar um projeto, o difícil, mesmo é vender o projeto para o possível patrocinador.

Diante destas dificuldades tenho 7 conselhos resumidos e que são bons porque nos meus cursos eles são mais detalhados e são pagos (risos):

1- Faça um projeto porque você tem uma boa ideia e de um tema que você tem conhecimento.  A regra em vendas é que “ninguém vende aquilo que não acredita e que não conhece”.

2- Faça uma projeção de gastos pensando também em parcerias, permutas e outros tipos possíveis de entrada de recursos, pagamento ou aquisição dos itens do seu projeto.

3 –Se você pensa em dinheiro porque não pensar em ações de sustentabilidade? Exemplos: jantar pago, ingresso antecipado, compra de cotas do livro ou CD, uma festa, venda de camisetas etc.

4 – Construa um plano de negócios, de possibilidades de patrocínio e cotas, não só baseado em incentivo.

5 – Quando abordar uma empresa não pense somente no projeto em si. Pense que esta empresa poderá ser uma parceira para vários momentos.

6 – Pense e repense a sua planilha financeira para que sempre tenha formas alternativas para readequar os orçamentos.

7- NUNCA, repito NUNCA, aborde um possível patrocinador falando de imediato que o projeto está em lei X ou Y. Esta informação é a “Cereja do bolo”.

Com estes conselhos sei que você terá muitas ideias. Acredite no seu projeto, acredite que ele é um bom negócio para o patrocinador.

A INTELIGÊNCIA é entender que PATROCÍNIO CULTURAL É INDEPENDENTE DE LEI DE INCENTIVO. Patrocínio é uma via de mão dupla, é um ganha X ganha. Mas, sendo você o maior interessado, tente construir os argumentos necessários para o convencimento. Vender também é uma arte.

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10 DICAS SOBRE CAPTAÇÃO DE RECURSOS

IMG_4808Meninas e Meninos,

Preparei estas 10 dicas para você pensar na captação de recursos do seu projeto:

🙂    1 – Tenha um bom projeto – um bom projeto é bem escrito, é coerente, tem diferencial que encanta e principalmente é parte do seu sonho e da sua carreira.

🙂    2 – Faça um projeto que realmente vá realizar a qualquer custo. Não perca tempo por algo que só vai tentar em lei de incentivo pois esse é apenas um dos vários caminhos.

🙂    3 – Após o projeto pronto, aprovado ou não em uma lei de incentivo, faça um material de vendas convincente. Primeiro convença do porque é bom e depois fale de valores e incentivos. 

🙂    4- Não caia no erro de achar que você ou seu projeto é importante ou inédito, como você um milhão de pessoas pensam assim. Defina qual a sua importância e a do seu projeto para a empresa e para o mundo.

🙂   5- Esqueça o discurso antigo e que não convence ninguém que a empresa ou pessoa tem que investir em cultura é importante, quase uma obrigação. Não é assim que funciona. 

🙂    6 – Seu projeto está numa lei. Ok. Mas isso não é nada, tem um monte que está. Pense e monte argumentos do porque é melhor investir no seu projeto do que em outro. 

🙂    7 – Pense em várias possibilidades de captação de recursos: parcerias, financiamento coletivo (crowdfunding), venda antecipada, sócios investidores, várias leis de incentivo etc. 

🙂   8 – Não ache que porque está em uma lei, na mão de um captador, em um site de financiamento tudo vai dar certo….você precisa continuar trabalhando a sua participação é fundamental. 

🙂    9 – Entende que o NÃO já é seu… vá atrás do sim. Mas entenda que é a arte de vender e não de obrigar. 

🙂    10- Seja criativo. Seja proativo. Seja inteligênte. Não desista. Não é impossível. 

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