A IMPORTANCIA DOS SENTIDOS NA PRODUÇÃO DE EVENTOS

INTELIGENCIA__PROJETOS_EVENTOS_4Quando pensamos na elaboração de um projeto de um evento, onde as pessoas presentes deverão ser impactadas é importante pensarmos também nos cinco sentidos. Todo aprendizado acontece através das percepções sensíveis do nosso cérebro. Olfato, tato, paladar, visão e audição.  Então preparei uma pequena descrição, e lembrança, para te ajudar a ter ideias nos seus projetos.

OLFATO – através do qual sentimos diferentes odores e este nos remete a lembranças variadas. O olfato é um dos grandes responsáveis por perpetuar memórias, boas ou más.

TATO – os nervos sensoriais da pele, nos permite sentir frio, calor, umidade, estranheza, repulsa. Com o tato podemos sentir firmeza, delicadeza, fragilidade e outras sensações no que estamos comprando, recebendo, mostrando, interagindo.

PALADAR – a língua é formada por diversas regiões sensíveis aos sabores. Amargo, doce, salgado, azedo. O paladar manda vários recados para o cérebro, seja para estimular, acalmar ou irritar.

IMG_20150804_165243477 (1)VISÃO – os olhos são as janelas da alma. Eles são usados para nós vermos o mundo. As cores, movimentos, imagens impactam o cérebro diariamente construindo conhecimento e lembranças.

AUDIÇÃO – Todos os sons do mundo, vem aos nossos ouvidos. Desde uma suave música ao som estridente de uma buzina. Os sons, tem muitos poderes e entre eles agitar ou acalmar uma pessoa.

Esse conjunto de sentidos é o que nos faz vivos. Ao elaborar um evento pense sempre em como pode incluir ou aprimorar itens para que essa viagem pelos sentidos seja de prazer, de boas lembranças e de conforto. Faça um evento inesquecível.

Detalhes como uma boa estrutura de som para não ficar cansativo, peças e decoração bonitas e confortáveis, designer para encantar os olhos, comidas de alta qualidade ainda que simples, materiais de qualidade e condizentes com o evento. Use perfumes ou não deixe que odores ruins se propaguem. Como sempre digo “o diabo mora nos detalhes”. Faça sua lição de casa e use a inteligência para criar projetos e eventos espetaculares e inesquecíveis. Simplesmente encante seu público pelos sentidos.

Gostou? Curta, comente, envie seus comentários e dicas. Mas principalmente compartilhe, CONHECIMENTO TEM QUE CIRCULAR. 😉

FEIRAS DE NEGÓCIOS CAMINHANDO CADA VEZ MAIS PARA A SEGMENTAÇÃO

Meninas e meninos,

Olha aí o mercado das feiras de negócios  com um  novo formato que é cada vez mais utilizado: as feiras de segmentação específicas. Estas feiras focam num seguimento dentro de outro, bastante específico, melhorando a performance dos encontros da empresa e seus clientes. Aproveita também para criar treinamentos específicos e importantes que agregam valor e atraem ainda mais visitantes.

img_logoDia 04 de agosto estive na Japan Food Show, feira profissional para o mercado da culinária asiática no Brasil. A feira, seguindo modelos que já acontecem em Nova York e Tokyo, aconteceu nos dias 03, 04 e 05 de agosto na Expo Center Norte em São Paulo. É a segmentação dentro da área alimentícia.

IMG_20150804_165302352A feira atraiu visitantes de todo o Brasil. Segundo Roberto Messias, gerente de marketing da OG Company, importadora de Produtos Coreanos, a diferença do público foi logo notada no primeiro dia. Bem mais focado e com poder de compra de seus produtos em comparação com outras feiras grandes e menos segmentadas de que participa.

A Francal Feiras foi a organizadora do evento. Ela é uma das maiores e mais conhecidas promotoras de feiras no Brasil, inclusive as de alimentação. E com esta ação aponta novos caminhos mostrando que a segmentação mais refinada pode ser um bom negócio. IMG_20150804_165243477 (1)

Outro ponto importante é a junção da  feira de negócios com os workshops, cursos e palestras. Esse formado agrada mais pois a corrida pelo conhecimento de ponta e as novidades também tem crescido muito. Um exemplo da feira foram as aulas de Ikebana, de preparação de comidas Coreanas e de escultura em Frutas e legumes pelo australiano Chef Charlie.

IMG_20150804_170642959Então é isso. Fique de olho, pense sobre o assunto, inove na sua feira, crie uma nova feira ou aproveite a idéia da segmentação mais afinada para seus outros eventos e projetos. #ficaadica

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EM BREVE CURSO PARA QUEM VAI PARTICIPAR DE FEIRAS DE NEGÓCIOS

@EVENTOSO Mercado de Feiras de negócios movimenta bilhões em todo o mundo. O crescimento anual deste seguimento é aproximadamente 20% ao ano. Mais e mais empresas utilizam esta forma de evento para divulgar sua empresa e gerar negócios. Estamos em uma época em que o profissionalismo e o resultado financeiro são mais do que obrigatórios. Um momento em que atrair público é ainda mais difícil pois a internet superlota com possibilidades e convites.

49b672714ab0041e22ff51156f88c04eEm todo o mundo a visão destas feiras deixou de ser de ‘momento de encontrar amigos e clientes’ para ser um momento de ‘gerar receitas e grandes negócios’. As feiras encurtam caminhos, reduzem custos, é o showroom dos negócios de cada setor. Existem empresas que investem até trezentos mil dólares para participar de uma única feira por ano, com um pequeno estande, para sentar e conversar com um cliente “X” que normalmente não o atenderia no escritório em dias normais e desta conversa gerar um negócio de milhões de dólares. Foi com base nestes e tantos outros dados que criei o “COMO PARTICIPAR COM INTELIGÊNCIA NAS FEIRAS DE NEGÓCIOS” onde mostro que participar de feiras colocando um estande bonitinho não é tão simples e preciso planejamento. É preciso um projeto que atenda as demandas da oferta e procura de cada setor.

ddd11519be2bb43dc578b0ccfa509c9eO workshop, com duração de 8 horas, mostra todas as etapas envolvidas no processo de participação.

-Todas as etapas do projeto e evento, / -como atrair clientes para seu espaço, /-tipos de estandes e decoração, móveis, paisagismo / – grandes estandes , pequenos estandes, / – estandes construídos, estandes mistos e estandes em estruturas prontas / – análise de riscos, / – documentos e licenças de cada evento, contratos, / – como atender, / – treinamento de recepcionistas e modelos, / – PDV, / – equipamentos audiovisuais, / – material gráfico, brindes, / – promoções, / – divulgação, / – uniforme,  / – relatórios, / – avaliações e análises de resultados entre vários outros temas serão apresentados.

38c7047027af4980e24b60f93a9ca578O participante recebe a apostila com o conteúdo e certificado.

77206a09c591ed83fc8a703eb6162a9dO evento ainda não tem data definida para sua próxima edição. Interessados mandem email para mariliadelima@gmail.com

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INTERCÂMBIO BRASIL E PORTUGAL COM CACILDA ESPÍNDOLA

@22Hoje é dia de entrevista e nossa convidada é Cacilda Espíndola. Cacilda é uma artista plástica brasileira radicada em Portugal há 07 anos. Seu trabalho permeia sempre pelo social, pela reciclagem, pelas cores. Cacilda é também designer de jóias e está finalizando seu curso na Cindor – Formação Profissional de Ourivesaria e Relojoaria em Gondomar, PT. Tem formação em Organização de Eventos no Brasil pela UNISA. É uma artista criativa que desenvolve um trabalho que transmite a sua vocação em participar do mundo de forma mais efetiva e construtiva.

@3

“Crack International Art Camp” -Dez 2014/ Jan 2015

Recentemente foi convidada para uma residência artística no “Crack International Art Camp” – em KushtiaBangladesh. O projeto é uma iniciativa por parte de alguns jovens ativistas de diferentes áreas culturais no país. Este é um projeto que começou com a liderança do artista Shawon Akand em associação com artista Delowar Hossain em 2007. Artistas de vários países da Ásia e Europa estiveram presentes.

@criativo3

Exposição ” Em partes” – 2014 – Maia – Portugal

O trabalho de Cacilda Espíndola, muitas vezes premiado, já esteve em exposições e catálogos no Brasil, Londres, Lisboa, Porto, EUA e outras cidades e países. Foi responsável pela produção de cenários para shows e eventos. Eventualmente trabalha como contato e/ou produtora cultural em projetos que envolvem Brasil e Portugal. E sempre está participando de alguma ação social onde, através das artes plásticas, cria belíssimos trabalhos com idosos, crianças, dependentes químicos e outros grupos.

Por este belo currículo e pela sua competência que a Lima Projetos e Eventos (da qual sou sócia) fechou uma parceria com ela. A intenção deste trabalho em conjunto é levar artistas do Brasil para Portugal. Artistas de todas as áreas como artes plásticas, literatura, música, teatro etc. Cacilda será uma representante da produtora. Ela também já de dispões a participar e auxiliar na criação da nossa REDE COLABORATIVA DE PRODUÇÃO (veja toda quinta matéria sobre esse assunto).

E agora vamos conversar um pouquinho com ela:

COMO FOI A DESCOBERTA DA SUA VOCAÇÃO DE ARTISTA PLÁSTICA?

@criativo2

Exposição – Brasil – Passando por Mudanças – acrílico sobre madeira – Cacilda Espíndola

Eu comecei a pintar com nove anos quando passei a freqüentar um atelier de pintura. Decidi trocar a dança pela pintura. Sempre fui fascinada pelas cores, texturas e materiais. Ver que a combinação destes fatores e a forma como eles podem ser sentidos e explorados plasticamente, criando uma imensa plataforma de recursos e possibilidades de serem mostrados, fizeram com a paixão se transformasse em amor. Foi um hobby com imensas descobertas. Fui então convidada para fazer parte de um atelier de pintura em seda e também a fazer minha primeira exposição. A partir daí comecei a aprofundar os meus estudos e o hobby virou uma profissão.

ATUALMENTE, MORANDO EM PORTUGAL VOCÊ ESTÁ FINALIZANDO UM CURSO DE JOALHERIA. COMO É O MERCADO DE DESINGERS DE JÓIAS EM PORTUGAL E NO BRASIL?

Penso que Portugal tem uma grande tradição e uma história muito rica na joalheria, mas passaram muito tempo agarrados a essa tradição. E tenho notado que eles estão mais abertos aos trabalhos contemporâneos com materiais diversificados. Os novos designers têm feito trabalhos muito diferenciados. No Brasil isso já acontece há mais tempo. A experimentação faz parte da nossa história, e a imensa variedade que temos de pedras e materiais nos fazem ter mais liberdade para criar joalheria com soluções mais criativas e apresentando resultados interessantes e surpreendentes. Quanto à comercialização tudo é fácil e é difícil, no Brasil ou em Portugal. O importante é não desistir e criar uma identidade única que o destaque neste grande e concorrido mercado.

@4

“Changes” – anel prata – 2012 – Cacilda Espíndola

VOCÊ TAMBÉM TRABALHA COM ARTES PLÁSTICAS LIGADA A PROJETOS SOCIAIS. QUAL A IMPORTÂNCIA DESSE TIPO DE AÇÃO?

Valorizar aqueles que de alguma forma acabam sendo excluídos para mim é muito importante. Uso a arte para tratar seus traumas e trazer novas perspectivas de saída para as duras realidades que vivem. A arte tem um papel muito maior do que a simples comercialização de produto ou serviço. A arte pode ir além do satisfazer o próprio ego através das nossas criações. Fazemos a arte pela arte. Arte não tem cerca, não é social e não precisa atender um mercado. Mas acho que ela gera resultados tão significativos que essa contribuição só agrega, tanto para a sociedade quanto para o próprio artista.

@criativo4

“With flowers/Com flores” – Necklace, Gold plated brass with painted fabric, 2014

VOCÊ JÁ FEZ UM CURSO DE PRODUÇÃO DE EVENTOS. QUAL A PRINCIPAL DIFICULDADE NA ELABORAÇÃO E GESTÃO DE EVENTOS NA ÁREA CULTURAL?

Conhecer as leis que nos beneficiem conseguir bons espaços para mostrar o trabalho, fazer a gestão da carreira, estabelecer boas parcerias e ter incentivos para internacionalizar e tantas outras dificuldades são enfrentadas por nós artistas. A elaboração de eventos tem muito destas dificuldades. Seria prefeito se todos os artistas soubessem um pouco de como elaborar seus eventos e projetos. Isso encurta caminhos e diminui problemas.

COMO VOCÊ ACHA QUE UM INTERCÂMBIO DE PRODUÇÃO BRASIL / PORTUGAL PODERÁ AJUDAR OS ARTISTAS COM SEUS PROJETOS?

@2Esse intercâmbio ajudará abrindo novas possibilidades, estabelecendo sinergias e boas parcerias, aumentando a rede pessoal de networking, fomentando novas idéias, aumentando o crescimento pessoal e o conhecimento profissional. Fomentando possibilidades financeiramente viáveis para levar o trabalho do artista brasileiro para outros países, criando assim visibilidade internacional.

DEIXE SEUS CONTATOS 

https://www.facebook.com/cacildaespindolabrasil?fref=ts

cacildaespindola@hotmail.com

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CROWDFUNDING UMA BOA IDÉIA QUE NÃO É NOVA, SHAKESPEARE JÁ FAZIA ISSO

@IDEIASComo já disse todo domingo vamos falar de idéias. No post passado falei como podemos potencializar o nosso cérebro e assim ter mais idéias. Agora vou falar pra vocês sobre idéias que acontecem em variados lugares do mundo, e muito no Brasil, claro. Há o ditado de que “nada se cria, tudo se copia”. Então observem o mundo e vejam se tem algo que você possa copiar e recriar. Mas também veja se pensa em algo realmente bom e inédito. Caso isso aconteça, execute e depois venha contar aqui pra gente.

CROWDFUNDING É UMA BOA IDÉIA, MAS FOI RECRIADA

@criativo2

IMAGEM montada PUBLICADA NA REVISTA http://www.fastcompany.com – na matéria THE APP’S THE THING: SHAKESPEARE, REBOOTED – por BY DAVID ZAX (direitos reservados)

Crowdfunding, com suas ferramentas on line, é uma modernidade que surgiu a pouco no mundo. Mais recentemente no Brasil.  Crowd – multidão e Funding – financiamento é uma forma de fazer com que os interessados no nosso produto ou serviço possam adiantar o dinheiro para esta produção e só depois receber o mesmo.

Porém, a ferramenta on line é novidade, mas o sistema não. Shakespeare provavelmente é o precursor de financiamentos coletivos. Sem dinheiro para todas as produções de um teatro onde era um tipo de sócio, ele arrecadava dos apoiadores verbas antecipadas para produção de peças. Estes apoiadores teriam depois lugar cativo e VIP para as apresentações.

@33Em São Paulo, João Bá, músico e compositor brejeiro da Música Brasileira, também já fazia seu crowdfunding nas baladas e circuitos alternativos da capital. Criava cartõezinhos com um “vale Disco” e era assim que pagava a produção de seus álbuns. Quando finalizava ia entregando em shows ou pontos de vendas para os que compraram.

@11@22Por todo o mundo, e mesmo vocês, devem ter histórias como estas. Mas hoje, as plataformas são modelos de negócios da Economia Criativa. E são lucrativos. A idéia já estava circulando e sendo praticada. Alguém veio e criou um projeto maior com base na idéia inicial.

Então pense…. o que será que tem por aí, acontecendo, e que você poderia reinventar e melhorar?

Gostou do post? Curta e comente. Compartilhe sempre para circular as idéias. Aproveite o domingo.

VOCÊ É ARTISTA? QUE LEGAL!!!! MAS TRABALHA COM O QUÊ?

@ENTREVISTASFoi no ano de 1886 que se realizou a primeira manifestação de trabalhadores, foi em Chicago nos Estados Unidos. Três anos depois, na França foi feito também um movimento, inspirado no de Chicago e aí definido que todo dia 1º de Maio seria comemorado o dia do trabalhador. Na época o objetivo era a redução da jornada de trabalho para oito horas por dia. Atualmente as discussões são as mais variadas e o evento acontece em centenas de lugares pelo mundo sendo em muitos lugares feriado.

Na área da Cultura temos centenas de profissionais que ainda hoje lutam pelo reconhecimento da profissão e pelo respeito da mesma. Infelizmente ainda é comum ouvir a frase “Que bacana, você é artista. Mas você trabalha com o que?”. Ou comentário do tipo que você só é sucesso se aparece na TV ou toca no Rádio, ou ainda sai nas revistas de fofoca.

O artista da área musical, teatro, dança, cinema, literatura ou qualquer outra área, quase todos, sofrem com esse preconceito. Vai ao banco abrir conta e não consta lá a sua profissão. A maioria das profissões da área são consideradas “hobby”, diversão. Além disso até o produtor cultural (ou de eventos) sofre preconceito na área (veja matéria do dia 05/05/2015).

Temos um longo caminho mas não estamos parados. Seguimos  fortes sempre em frente e colhendo bons resultados. Há um grande trabalho a ser feito de conscientização mas estamos pouco a pouco, e com a ajuda da Economia Criativa, mostrando que é sim profissão, exige respeito e gera muitos dividendos na nossa economia.

E por isso trouxe pra vocês um bate bola rápido com 10 perguntas com alguns profissionais da área. Quem são, como é o trabalho e o que pensam. Boa leitura.

Aqui com vocês a Sueli Vargas, Raquel Naveira, Rose Meusburger, Sonekka e Ricardo Brito.

***foto perfil sueliRaquel NaveiraRose Meusburger7142e39bb8ea58711c8a335e0edbf53d_MWB9403

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1 ) Qual seu nome, profissão/trabalho, cidade e a quanto tempo trabalha na área?

SUELI VARGAS – cantora, natural de Araraquara mas mora em São Paulo há 10 anos.Trabalho há 35 anos nesta profissão.

RAQUEL NAVEIRA – escritora sul-mato-grossense , professora com formação em Direito e Letras, Mestrado em Comunicação e Letras. Desde criança amei o livro, as cantigas, o teatro. A minha vocação, o chamado, veio da infância. Uma espécie de ser e estar no mundo através da Palavra.

ROSE MEUSBURGER – gestora cultural, Poá, SP – mais de 15 anos na área sociocultural.

SONEKKA – Osmar Ricardo Lazarini. Compositor já faz uns 20 anos.

RICARDO BRITO – compositor, letrista, produtor, radialista e agora cineasta. Editei meu primeiro filme, um documentário sobre a vida e obra de Lucia Coelho. (Rio de Janeiro)

foto perfil sueli

SUELI VARGAS

2) Fale um pouco do seu trabalho….

SUELI VARGAS – Hoje desenvolvo trabalhos na área como:Trovadores Urbanos, grupo de samba de raiz, trio de fados e amigasdosamba.com

RAQUEL NAVEIRA – Literatura e Magistério sempre andaram juntos em minha vida. É como o processo de ler e escrever. A professora alimenta a escritora com seus estudos e dedicação aos livros e a escritora dá ânimo, força e paixão às lições da professora.

ROSE MEUSBURGER Resumir 15 anos em poucas linhas é meio complicado. Mas a Gaia Brasil, Gestão Cultural e Economia Criativa não nasceu para trabalhar com cultura. A ideia era levar Educação Ambiental usando como ferramenta a cultura. Mas o trabalho na área foi nos mostrando demandas. As demandas por capacitação e gestão no segmento cultural são tão fortes que não pudemos ficar parados. Desde 2003 realizamos a Oficina de Elaboração de Projetos para agentes sociais e culturais. Levamos para a cultura e o terceiro setor a nossa competência em administração. Viemos do mundo corporativo onde sem planejamento nada acontece. O mesmo não se dá na cultura – infelizmente. Esse é um trabalho muito gratificante porque vez encontramos com ex-alunos que estão dando certo, ou conseguiram melhores resultados depois de ter passado por nossas atividades. Além disso a GB colabora com artistas e associações na assessoria para elaboração de projetos, enquadramento em leis de incentivo, produção para produtos culturais, administração de projetos e prestação de contas. De todas as etapas a única que não executamos é a captação de recursos. Não conseguimos dar conta de tudo! Agora em 2015 devemos ampliar a nossa atuação com um curso mais completo em Gestão Social e Cultural. Acho que assim vamos atender melhor as demandas que detectamos nesses anos todos.

SONEKKA – Primeiro eu compunha por paixão, gravei algumas canções e fui ficando mais exigente com o que eu fazia. A distância entre a arte que eu fazia e a que eu gostaria de fazer era muito grande e fui me aperfeiçoando, gravando outras coisas, fazendo muitos parceiros, principalmente entre o pessoal do Clube Caiubi.

RICARDO BRITO – Amo escrever, expor meus sentimentos e pensamentos sobre as emoções através da palavra. Considero que a emoção é o que conduz a vida. Na minha opinião, a verdadeira história da humanidade é contada através da história das artes. A produção completa a obra, faz ela virar realidade e se transformar em “negócio”. Tento fazer com que minha experiência em Marketing me ajude neste processo. Apesar do dito popular  “Santo de casa não faz milagre”.

3) Você acha que trabalhar na sua área é um bom negócio? Porque? Indicaria para outros?

SUELI VARGAS – falando de cultura como politica é difícil estar na área.Mas quando se trabalha  com que gosta é  sempre um bom negocio. Indicaria a todos que tenha talento e tenha determinação.

RAQUEL NAVEIRA

RAQUEL NAVEIRA

RAQUEL NAVEIRA – É bom negócio dar sentido e rumo à nossa existência. Ter um foco, uma companhia que não nos abandona, descobrir uma arte e criar. Indicaria àqueles que descobrem que não podem viver sem escrever.

ROSE MEUSBURGER – A Economia Criativa movimenta uma parcela significativa da sociedade no mundo inteiro. Conforme o Plano Nacional de Cultural é meta medir o PIB da Cultura – Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de tudo o que é produzido durante o ano em um país, estado, cidade ou região e é usado para medir o crescimento econômico – O rendimento das atividades culturais também entra na soma do PIB, embora não seja fácil medi-lo. Isso porque, embora o setor cultural tenha suas áreas formais (produção de livros e comercialização de discos, por exemplo), também abrange segmentos informais e artesanais, tais como a produção das rendeiras do Nordeste do país. Há um crescimento do segmento cultural em relação ao PIB Nacional. Portanto é claro que a área é um bom negócio. O grande problema é que mesmo quem faz cultura não entende o “seu fazer” como um “negócio”. Data da atualização: 30/12/2013 – Fonte: Federação das Indústrias do Rio (FIRJAN)

SONEKKA – Não é. É um péssimo negócio. É uma parte menos remunerada e valorizada de toda a cadeia produtiva. Eu só indicaria para quem gostaria de tê-la como hobby e quisesse arriscar a sorte de se dar bem financeiramente com ela.

RICARDO BRITO – É um trabalho para quem tem talento e vocação, ou no mínimo a vocação. Nenhuma pessoa normal entra nesta área apenas pelo negócio. Indico sempre que cada um escolha trabalhar com o que ama, pois em todas as profissões tem muitas dificuldades. A força para seguir em frente é maior quando se ama o que faz.

4) Qual formação é necessária? Qual sua visão sobre a cultura, as artes e a economia criativa no Brasil? O que tem de bom e o que tem de ruim?

SUELI VARGAS – aulas de canto, ouvir muita música boa, ter domínio de pelo menos um instrumento, além da voz, é claro.

RAQUEL NAVEIRA – Minha formação é humanista. Muita leitura. Minha preferência são os clássicos gregos e latinos; as poesias brasileira, portuguesa e francesa; a filosofia; as artes plásticas como fonte de inspiração e diálogo com a Literatura. Creio no poder transformador da Arte, na força do Novo, no diálogo com a tradição e na visão do futuro. O que há de mais instigante no momento são: a utilização de plataformas e mídias; o poder da imagética visual; os fenômenos sociais de fragmentação de públicos voltados para temas e releituras surpreendentes e inesperadas.

ROSE MEUSBURGER

ROSE MEUSBURGER

ROSE MEUSBURGER – De certa forma e complementando o que disse acima os setores da Economia Criativa no Brasil (artes em geral, patrimônio material e imaterial, tecnologia da informação, design, arquitetura, moda, artesanato) tem a necessidade de se profissionalizar pelo ponto de vista administrativo e financeiro. Cada setor tem que ser pensado com um negócio, uma empresa. Nesse sentido além das capacitações específicas de “cada fazer” é necessário que o gestor entenda minimamente de administrar o “seu negócio criativo”. Entender de como montar uma empresa e porque ser “dono” de uma empresa, como administrar o produto cultural que eu tenho (livro, música, espetáculo, obra de arte, ideia, sonho, etc) é fundamental para que se sobreviva e se sustente o fazer criativo.

SONEKKA – Ela se divide entre melodia e letra, são expertises diferentes. Para ambas é necessário excepcional criatividade e percepção musical, métrica apurada, muita leitura, conhecimento farto de figuras de linguagem, poesia literatura, construção melódica.

Economia criativa para mim é um bicho de 7 cabeças,  sai da esfera do talento e pré disposição artística e envereda pelo caminho técnico de transformar qualquer manifestação em dinheiro. Isso é bom e é ruim. Se por um lado é um ótimo canal para escoamento de arte, por outro é muito técnico para ser gerido pelos próprios artistas. Mas o pior de tudo é a extrema burocracia, que faz com que o acesso ao financiamento da arte seja acessível apenas à empresas. A dificuldade de lidar com isto e a falta de canais naturais pra veicular minha obra me fez desistir de ser artista e virar apenas um compositor hobbista.

RICARDO BRITO – Para escrever é importante conhecer razoavelmente a língua que vai usar, no nosso caso o português. Conhecer música, sua estrutura, formação dos compassos e harmonia. Entendendo melhor o processo facilita.

No Brasil, as manifestações culturais são riquíssimas, em cada parte do País existe um estilo próprio, original e diferenciado. Uma pena que a indústria que inicialmente serviu à ditadura, depois passou a servir ao capital e interesses multinacionais. Mas nossa cultura resistiu e a cada dia cada um na sua vai encontrando o seu espaço. É muito ruim a falta de uma política cultural neste País.

05) Se você fosse presidente do Brasil qual ação executaria imediatamente para a sua área de trabalho?

SUELI VARGAS – não tenho ações, mas consigo ver as oportunidades.

RAQUEL NAVEIRA – Ações voltadas para a educação, para a base, para a alfabetização, para a fomentação da leitura. Valorização do Magistério. Construção de escolas com ambientes para o livro, o esporte, o lazer, o teatro, o cinema, enfim, a integração da escola com a comunidade em que ela está inserida.

ROSE MEUSBURGER – Adequar todas as empresas da economia criativa possibilitando acesso ao SIMPLES NACIONAL. Capacitar os gestores nessas empresas para entenderem a importância dessa formalização tanto para o seu próprio negócio como para o país.

SONEKKA

SONEKKA

SONEKKA – Vou me reter à meu lado compositor: reconheceria o autor como profissional e lhe garantiria o percentual justo pelo seu trabalho. Na atual cadeia produtiva, o compositor é o menos lembrado e o menos remunerado. Totalmente injusto.

RICARDO BRITO – Acabaria com as leis de incentivo para as empresas públicas. Determinaria que um determinado percentual do lucro seria repassado para o governo que administraria o orçamento para implantar efetivamente uma política cultural para todo o Brasil.

6) Você já fez, captou ou gerenciou algum projeto? Seu ou de outros? como foi?

SUELI VARGAS – até tentei mas não consegui captar, foi na lei de incentivo via ICMS.

RAQUEL NAVEIRA – Sim. Entre eles ressalto o projeto “Fiandeiras do Pantanal”: poemas meus e voz e craviola de Tetê Espíndola. Um CD lindo que levamos ao palco e que depois foi largamente utilizado pelos professores e alunos das escolas de Mato Grosso do Sul.

ROSE MEUSBURGER – Esta é uma pergunta complexa. Não captei recursos para projetos porque esta não é a nossa praia! Mas gerenciei e gerencio projetos / produtos culturais meus e de outros. A experiência é interessante e tem várias frentes. Uma das frentes é quando você é o “dono” do projeto e pode articular e decidir – quase que sozinho – que rumos o projeto vai tomar. Numa outra frente quando você executa isso para outro “dono” de projeto fica amarrado às decisões dele. E muitas vezes a decisão desse proponente não é a mais acertada pelo ponto de vista administrativo, financeiro e pode até causar problemas na prestação de contas. Quando o proponente que contratou você para gerenciar o projeto dele entende suas observações e conselhos acatando o que é legalmente aceito tudo flui e acontece de forma a não causar muitos problemas. Mas isso nem sempre acontece. Muitas vezes estamos sujeitos ao ego ou à certeza (não muito certa) do artista “dono” do projeto. Aí os problemas acontecem e nem sempre temos como interceder para resolver tais ingerências.

SONEKKA – Se vale crowdfunding já. Nos PROAC, ROUANET e outros eu já tentei mas não fui contemplado. Na Rouanet não tive como captar.
O crowdfunding foi do clube Caiubi para a festa de 10 anos, funcionou bem como pre-venda, já gerir e divulgar o projeto foi um tormento.
Proac é um funil muito estreito e Rouanet tem rejeição fiscal nas empresas, fica relegada a quem já é um sucesso.

RICARDO BRITO

RICARDO BRITO

RICARDO BRITO – Sim, vários, todos projetos meus. O Projeto de Teatro Jovem, patrocinado pela Coca-Cola foi o maior. Com a falta de política cultural no País, quando a iniciativa privada cria projetos onde cumpre uma função do estado, é melhor sucedida. Seria muito bom que as empresas também realizassem promoções nos diversos segmentos culturais, mas nunca substituindo o Estado.

7) Qual a importância em se escrever um bom projeto?

SUELI VARGAS – uma boa justificativa já é uma boa chance do seu projeto ser aceito. Mas  nem sempre se sabe os critérios de avaliação dos projetos.

RAQUEL NAVEIRA – Quando escrevemos nossas idéias no papel, elas tomam forma, ganham corpo, possibilidade de criar o real. O projeto bem escrito é metade do caminho para a realização da ação. É atitude. Coragem. Fé. Quero firmar projetos e parcerias como com você, Marília. Como escreveu Fernando Pessoa: “Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.”

ROSE MEUSBURGER – Pense em uma ponte que tem que ligar duas estradas. Ambas as estradas estão prontas. A estrada artistas e a estrada apoiador (patrocinador, lei de incentivo ou outro qualquer). Se a ponte que deve ligar as duas estradas não foi executada sob certas condições legais e de materiais adequados ela pode ruir assim que o primeiro carro tentar atravessar de um lado para o outro. O projeto é a base da construção dessa ponte. Sem ele não se liga nada a nada. E ele tem que obedecer certos quesitos, leis, orçamentos idôneos e além de tudo estar muito bem escrito. São os argumentos usados na descrição do projeto que vão convencer os responsáveis das duas estradas a finalizar a ligação.

SONEKKA – Várias facetas, uma delas é nortear a própria obra, aumentar as chances de veiculação, mas já vi muita arte ruim disfarçada de bom projeto e captou os fundos necessários, virou arte ruim bem patrocinada.

RICARDO BRITO – Quanto mais claro o planejamento, mais facilidade se tem para a realização.

8) Qual a importância de uma boa produção?

SUELI VARGAS – Uma produção sempre me deixa tranquila,confortável para poder executar melhor o meu trabalho.

RAQUEL NAVEIRA – Produção é base, é pesquisa, é projeto. É a organização das idéias. São os passos para realizar aquilo que é idealizado.

ROSE MEUSBURGER – A ponte está pronta. Feita a ligação entre as duas estradas. Ambos os lados esperam que o fluxo de automóveis (produção) seja feito de maneira segura, sem problemas, devidamente sinalizado e que todos os “passantes” consigam chegar a seus destinos. Mesmo com a ponte bem construída se os administradores dela não a usarem de maneira adequada, e cumprindo tudo do que foi pré-determinado em orçamentos e propostas, todo o trabalho de convencimento executado com um bom projeto escrito é colocado em risco. Qualidade, pontualidade, fornecedores adequados, produtos finais entregues, todos esses quesitos são levados em consideração numa prestação de contas. Você pode fazer uma única ponte e parar por aí se não for competente o suficiente para que o trânsito seja seguro para todos os envolvidos.

SONEKKA – Vital para que o artista execute apenas o que sabe, sem ter que se improvisar em outras funções

RICARDO BRITO – Boas ideias só são boas quando bem realizadas.

9) Um conselho ou uma dica para nossos leitores que buscam informações sobre essa área:

SUELI VARGAS –  hoje em dia os acessos para qualquer informação, sobre musica, show e lazer é fácil só vale ficar ligado e ir atrás do que te satisfaz, fazer e ouvir.

RAQUEL NAVEIRA – O processo é sempre ler e escrever, um alimenta o outro. Pautar toda a vida de acordo com essa vocação. Persistência.

ROSE MEUSBURGER – Infelizmente o Planejamento não está no DNA do brasileiro. Mas dá para mudar isso! Gestão, gestão, gestão. Essa é a chave para o sucesso de qualquer empreitada em qualquer segmento.

SONEKKA – Sejam sinceros consigo mesmos tanto ao fazer canção, quanto ao ouvir. O que é bom, é bom independente do gosto pessoal. Apure a percepção, mesmo que seja através, mas em primeiro lugar sejam críticos com a própria obra. Outra coisa, obra é obra, artista é artista, pessoa é pessoa,  aprenda a separar as coisas. Não é porque você não gosta de alguém que ele não pode ser bom artista e vice-versa.

RICARDO BRITO – Conselhos bons são os vendidos….rsrsrs…brincadeiras à parte, escolha para fazer algo que você não consiga viver sem. Dedique-se e se informe, procure seus pares e acompanhe o máximo que puder do que é realizado na sua área.

“Não tente reinventar a roda ignorando-a. Pode reinventar, mas a partir dela. Conheça a roda existente e invente uma nova, se puder.” (Ricardo Brito)

10) Deixe seus contatos/ links/ mídias sociais etc.

SUELI VARGAS

suelivargasvoz@gmail.com – Facebok:  Sueli Vargas – Tel 992691896

www.youtube.com/watch?v=mPPWd27HFYU

www.youtube.com/watch?v=2nmiP6kd_hM

www.youtube.com/watch?v=3ixbgE3Sq2Y

https://www.youtube.com/watch?v=KyO7LWU-YBM

RAQUEL NAVEIRA

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ROSE MEUSBURGER

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Facebook – Rose Meusburger / Gaia Brasil

Rede de Economia Criativa

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SONEKKA

Sonekka@sonekka.com.br
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RICARDO BRITO

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TURISMO E CULTURA DEVEM APROFUNDAR A PARCERIA PARA OS BONS NEGÓCIOS

@TURISMOEntre os anos de 1996 e 1997 realizei uma série de seminários em cidades do Sul de Minas chamado “Costurar o Turismo do Sul de Minas”. Nestes eventos, e ainda hoje, debatia a necessidade de uma maior organização do setor e a formação de redes turísticas para fortalecer as regiões.  A criação de Conventios e Visitors Bureau, Circuitos Turísticos, redes de relacionamentos, divulgação em conjunto e principalmente organização do turismo municipal, treinamento dos profissionais e conscientização da comunidade. E enfim vejo hoje, tudo isso, se tornando realidade, mesmo no interior.  Não só em eventos, estudos ou discussão, mas co183600_10150181264398712_5192408_nm resultados efetivos na boca do caixa.

O turismo movimentou R$ 492 bilhões no Brasil. Estes são resultados de dados de 2014 divulgados pelo Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC). O montante saltou de 3,6% em 2012 para 9,6% em 2014 do Produto Interno Bruto (PIB). Segundo especialistas a crise não atrapalhará o crescimento do setor para 2015.

Nos dias 22 a 24 de março aconteceu em São Paulo o WORLD TRAVEL MARKET Latin America. O evento chega a seu terceiro ano e é um dos principais eventos da indústria de viagens do país. Na última edição movimentou US$ 341 milhões e promete resultados ainda maiores este ano.

Os expositores vieram de todas as partes do Brasil e dos mais variados países do mundo, trouxeram na bagagem muito mais do que propostas de viagens, trouxeram a sua cultura:

* Minas Gerais trouxe seu roteiro da cachaça, dos queijos, seus patrimônios culturais.

*Maranhão trouxe a culinária, a sua música e o “Lençóis Jazz & Blues Festival” que tem se consagrado como um dos eventos mais importantes desta área musical e já está caminhando para um reconhecimento internacional.

*São Paulo trouxe sua cultura caipira, seu artesanato, seu patrimônio.

*A Turquia trouxe a sua deliciosa culinária e suas superstições como o “olho Turco”, mas que tem sido divulgado equivocadamente como “Olho Grego”.

*A Tailândia trouxe seus doces, sua moda e artesanato.

*A Koreia, sempre moderna, além da culinária trouxe o K-Pop, o fenômeno da música deste país e que tem trazido variados grupos ao sucesso internacional como o Psy.

*A Suíça trouxe seu chocolate e a França trouxe seus vinhos.

*A Louisiana trouxe a maravilhosa música de New Orleans e seu sanduíche com molho barbecue.

*Nova York trouxe a Broadway, seus teatros, museus etc.

Comprovadamente cultura na sua abrangência é o caminho para melhorar e fomentar ainda mais as ações turísticas nos municípios, estado, país. Música e artesanato regional, patrimônio cultural, arquitetura, culinária e qualquer programação cultural existente são grandes atrativos para encantar ainda mais o turista. Precisam ser transformados em produto.

E como se transforma em produto esse potencial cultural? Mapeando as possibilidades e fomentando através de ações e investimentos. Trabalhando na profissionalização, conscientização e organização dos stakeholders (partes envolvidas). Nesta minha coluna sobre turismo vamos falar muito no que existe no Brasil e no mundo neste sentido. Na junção do Turismo com a Cultura. O que dá certo e que pode ser aplicado.

Acredito que num futuro próximo teremos um crescimento ainda maior do turismo em todo o Brasil. Para os profissionais da cultura está aí uma grande oportunidade.

Veja abaixo as fotos do evento WORLD TRAVEL MARKET Latin America

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TIRE DA GAVETA SEUS PROJETOS PARA 2015

imagesJá pensou e já fez seu planejamento de trabalho e de conquistas para 2015????? Então tá na hora de parar para pensar nisso. Sábado dia 13 de dezembro de 2014, no THE BARD, das 9 às 12 horas você irá fazer comigo esse exercício. (www.thebard.com.br)

“Nietzsche declarou: “E se você olhar por muito tempo em um abismo, o abismo olha também para dentro de você.”

Pare de olhar o abismo e comece a construir o futuro que você deseja. Quantas vezes você viu algum projeto ou empreendimento despontar e começar a ser sucesso e falou “poxa, eu já tinha pensado nisso!”? Quantas vezes você viu uma pessoa conquistando um objetivo e pensou “poxa eu também poderia, mas tento e não consigo”? Isso acontece com muita gente, principalmente os que criam em suas mentes ideias de projetos, soluções para diversos problemas ou necessidades, coisas criativas. Mas ficam no universo das ideias e não passam dos sonhos. É necessário colocar em prática estes sonhos para não correr o risco de “perder” sua ideia. Não importa se você no meio do caminho terá que refazer prazos ou não, se terá os recursos ou não, mas o planejamento, o projeto, te deixará mais próximo do objetivo. Jung com seus arquétipos e teorias dizia que o inconsciente coletivo é algo comum entre todos. Esse inconsciente é como se fosse um banco de dados do universo e é dele que vêm nossas ideias. Nossas ideias são fruto da assimilação das necessidades, possibilidades, oportunidades e outros, com as ferramentas que possuímos. Enfim, é como se cada um colocasse no liquidificador seu conteúdo e o conteúdo externo, batesse e fizesse uma vitamina, essa é a ideia. Mas assim como você, outras pessoas podem ter quase os mesmos ingredientes, e é aí que projetos parecidos nascem. Portanto, faça já.

Essa palestra tem o objetivo de orientar e fazer com você um exercício de avaliação pessoal e definição, no papel dos seus objetivos e ações para 2015. Na área pessoal, profissional, da sua saúde, familiar, amorosa e por aí vai. Você vai construir comigo uma agenda para o próximo ano e assim definir melhor o seu caminho. “Quem não sabe para onde ir, qualquer caminho serve”

Te espero por lá.

Consulte por email, mariliadelima@gmail.com, este curso agora em dezembro via online para você participar de qualquer parte do mundo.

A RECEITA DO BOLO: CURSO ON LINE ENSINA A ESCREVER, EXECUTAR E GERIR PROJETOS PARA TERCEIRO SETOR E SETOR 2,5

Cultura, economia criativa, projetos sociais, turismo e esporte são áreas atendidas neste curso.

Marilia_e_Roberto-820A partir de janeiro de 2015 tem inicio o curso on line “Inteligência na Elaboração e Gestão de Projetos – A Receita do Bolo”. O curso, idealizado por Marília de Lima, tem como conteúdo o passo a passo de uma elaboração de projeto e sua execução e gestão. Foi adaptado baseado nas técnicas do PMI (Project Management Institute) . O curso ensina a fazer projetos e sua adaptação para leis de incentivo fiscal e editais, mas, vai além, trabalhando também a captação, gestão de pessoas, gerenciamento financeiro, prestação de contas, pós evento e outros temas.

As áreas atendidas são da Cultura, Turismo, Social, Economia Criativa e Esporte. Estas áreas estão principalmente no Terceiro setor e setor 2,5. Este setores tem crescido e aumentado sua necessidade em capacitação.

O Terceiro Setor já é conhecido. A novidade é o setor 2,5 que é formado por negócios ou empreendimentos sociais. São empresas que estão entre o segundo e o terceiro setor. Elas veem tomando vulto no mercado internacional e Brasil. No Brasil esse movimento das “empresas sociais” iniciou em 2006 e desde então tem mostrado o seu potencial. Ainda em discussão quanto a legislação fiscal, essas empresas trabalham pelo lucro mas com postura social, de preservação, sustentabilidade, geração de benefícios para a sociedade etc.

Marília de Lima trabalha há mais de 25 anos no mercado de turismo, cultura, eventos e o social. Já desenvolveu eventos e projetos nestas áreas e acumulou experiência também através de gerenciamento de empresas como: Trovadores Urbanos e Cooperativa Cultural Brasileira. Dirige também sua empresa que funciona desde 1994.

O curso on line atende a demanda de todo o Brasil que muitas vezes não tem disponibilidade de tempo ou dinheiro para deslocamentos para as capitais onde acontece a maioria destes cursos. Utilizando ferramentas acessíveis como Skype, Facebook, Youtube e email o curso, de 24 horas, tem um conteúdo dinâmico e envolvente. Os participantes são levados também a trabalhar em equipes. Durante o curso desenvolvem um projeto. No curso, 30% do tempo é on line e ao vivo mas os outros 70% podem ser feitos no dia e horário em que o aluno tiver disponibilidade. Esse formato ajuda com que mais pessoas consigam participar efetivamente.

O curso é baseado nas técnicas de gerenciamento de projetos disponibilizadas pelo PMI. O Projetct Management Institute – PMI, é uma instituição internacional, fundada em 1969, sem fins lucrativos que associa profissionais de gestão de projetos. É uma entidade que conta com mais de 650 mil associados em mais de 185 países. Ela promove a “gestão de projetos” como uma profissão e o faz através de uma certificação profissional. Através de pesquisas e investigações formula padrões de gerenciamento de projetos e verifica anualmente estes processos e suas melhorias reformulando sempre que necessário. Estas pesquisas e padrões estão publicadas no PMBOK.

Maiores informações podem ser obtidas no site WWW.mariliadelima.com ou pelo email mariliadelima@gmail.com – O curso tem início dia 02 de fevereiro de 2015 e tem seu término em março do mesmo ano. Os preços são acessíveis, parcelados e com desconto para grupos, estudantes e inscrições antecipadas.

(matéria vinculada na imprensa)

TEM PROJETO PRONTO??? MANDA PRA GENTE CAPTAR EM 2015

@A partir de março de 2015 a Inteligência em Projetos e Eventos, comandada por euzinha (risos), começará um trabalho diferenciado junto a empresas de todo o Brasil para apresentar projetos e propostas de investimentos  em projetos culturais, sociais, esportivos e outros temas similares. A empresa será convidada a investir via leis de incentivo fiscal ou patrocínio direto.

Quem quiser enviar o projeto para cadastramento deverá mandar o material para mariliadelima@gmail.com. Também por esse email poderá obter maiores informações. A IPE (Inteligência em Projetos e Eventos) estará recebendo projetos variados para seleção. Os selecionados farão parte do portifólio que será levado para captação. Não será exigido exclusividade e nem nenhum pagamento por essa inscrição.

Aproveite agora e envie seu material. Estou esperando.