INTELIGÊNCIA NA ELABORAÇÃO E GESTÃO EM PROJETOS – CURSO PRESENCIAL EM JANEIRO DE 2016

Você que queria muito meu curso presencial olha ele aí. Dias 16 e 17 de janeiro, em São Paulo nós poderemos nos encontrar e falar sobre a INTELIGÊNCIA NA ELABORAÇÃO E GESTÃO DE PROJETOS. Essa é minha primeira agenda para o ano de 2016 e quero te ver por lá.

12187673_10154386991478712_7530135820567049477_nFalaremos sobre:

  • Escolher a ideia,
  • Construir o esboço,
  • Utilizar o MÉTODO**
  • Escrever o projeto
  • Leis de incentivo e editais
  • Plano de Mídia
  • Captação de recursos
  • Execução/ Gestão
  • Finalização
  • Prestação de contas
  • Extras

Um curso imperdível para quem quer realmente aprender a fazer projetos reais, factíveis, criativos e inteligentes. Um curso para quem não quer só escrever e aprovar projetos mas que quer executar, captar e realizar o que está proposto.

No curso, além de me basear pelas técnicas do PMI (Um instituto que pesquisa e define parâmetros para o gerenciamento de projetos), utilizo também o modelo de construção do Canvas que é aquele famoso construtor de idéias que trabalha como os post-its.

Agora o mais legal que tenho pra te oferecer é o meu MODELO exclusivo de construção de projetos onde você realmente fixa o conteúdo e aprende na prática como fazer.

Para todos os que se inscreverem tenho 04 bônus:

  1. *Kit de planilhas e modelos para construir seus projetos.
  2. *Agenda de editais para 2016
  3. *E-Book – Divulgando projetos e eventos nas redes sociais.
  4. *Vídeo exclusivo: “Crowndfunding

E ainda um quinto bônus SURPRESA mas muito útil para o produtor cultural e de eventos.

TÓPICOS:

O que é um projeto – DA IDÉIA À EXECUÇÃO – Pesquisa de mercado – ESCOLHENDO O PROJETO – Justificativa – OBJETIVOS – Etapas de um projeto – GESTÃO DE PESSOAS – Gestão de materiais – LOGÍSTICA –  Gestão de riscos – GESTÃO DE RECURSOS FINANCEIROS –  Estrutura de trabalho – PLANILHAS – Indicadores de desempenho – PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO – Plano de Mídia – CAPTAÇÃO E MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS – Contratações – LEIS E LICENÇAS – No papel – ADEQUAÇÃO À LEIS DE INCENTIVO, EDITAIS, EMENDAS E OUTROS – Execução e gestão – AVALIAÇÃO – Diversos.

Então se você é da área de projetos, eventos, cultura, entidades sociais, comunicação, marketing, produção, artes etc se inscreva agora para receber as informações completas desse curso:  faça aqui sua inscrição. Para todos os que se inscreverem até o dia 15 de dezembro o desconto será de 20% do valor total. Acompanhe as informações.

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PATROCINIO CULTURAL NÃO É VINCULADO, NEM DEVE SER, ÀS LEIS DE INCENTIVO

(texto publicado há dois anos)

Resolvi escrever este texto pois há muito venho dizendo ao pessoal da cultura que elaborar projetos e procurar patrocinadores não é vinculado ao cadastro em leis de incentivo ou editais. Os projetos e os patrocínios devem e acontecem independente de ter ou não uma lei ou edital para tal.

Para entender um pouco mais trouxe o primeiro “mecenas” Gaius Maecenas ou Caio Cílnio Mecenas (68-8 a.C.), conselheiro do imperador Cesar Augusto o filho de Júlio César. Ele criou a sua volta a permanência de amigos intelectuais e artistas. Era um patrocinador de todos, tornando-se um modelo para vários outros governantes e pessoas importantes. Tudo isso sempre com a intenção também de melhorar a própria imagem. ImagemDesde então, com toda essa fama e modelo copiado, o termo “mecenas” se tornou adjetivo para aqueles que patrocinavam as artes e os seus artistas. E claro esse patrocínio veio sempre com a contrapartida da fama e da boa imagem para quem o fazia.

Passados muitos e muitos anos ainda hoje as belas artes e agora muito mais a cultura em sua totalidade abrangendo a culinária, patrimônio, línguas, costumes e tal, está ainda dependente, e com razão, dos “mecenas”, dos patrocinadores que por aí buscamos. O mecenato, ou patrocínio, tem dois pontos de atuação: o cultural e o social. Nas duas áreas vem sendo desenvolvido e pensado os incentivos fiscais para que seja mais efetivo a participação de empresas e pessoas físicas. Ponto positivo.

Na área da cultura, no Brasil, temos leis federais, estaduais e municipais. As leis federais principais e efetivas são a Rouanet e a Lei do Audiovisual voltada para o cinema. A Rouanet, antiga lei Sarney, trabalha com incentivos das empresas e pessoas físicas através do IR e o abatimento variando até 100%. As leis estaduais trabalham com incentivos através do ICMS, só podem patrocinar empresas, e as porcentagens de abatimento na maioria dos estados (quase todos já tem sua lei de incentivo) é de 80% e 20% tem que sair efetivamente do bolso da empresa. No estado de São Paulo, o Proac, lei estadual, o abatimento é de 100% do valor patrocinado. As leis municipais são variáveis de acordo com o município e trabalham com o IPTU e ISS para os incentivos. A grosso modo, a empresa deposita na conta do projeto cultural o valor X, guarda o recibo e na hora de pagar o imposto faz o abatimento de acordo com as normas.

Muito legal né? Só que com essa prática, e com o aumento dos cursos sobre projetos e produção cultural, captação de recursos e outros, tem se deixado, erroneamente, a impressão de que as leis de incentivo e editais estão vinculados aos projetos e vice-versa. Com a quantidade de novos projetos e novas possibilidades estão quase todos, patrocinadores e patrocinados, VICIADOS em patrocínios apenas via leis de incentivo. Ponto negativo.

Quando se elabora e escreve um projeto o principal objetivo dever ser realiza-lo, de uma forma ou de outra. Muita gente me procura para auxiliar nos problemas com captação. Costumo dizer sempre que o mais fácil é escrever e aprovar um projeto, o difícil, mesmo é vender o projeto para o possível patrocinador.

Diante destas dificuldades tenho 7 conselhos resumidos e que são bons porque nos meus cursos eles são mais detalhados e são pagos (risos):

1- Faça um projeto porque você tem uma boa ideia e de um tema que você tem conhecimento.  A regra em vendas é que “ninguém vende aquilo que não acredita e que não conhece”.

2- Faça uma projeção de gastos pensando também em parcerias, permutas e outros tipos possíveis de entrada de recursos, pagamento ou aquisição dos itens do seu projeto.

3 –Se você pensa em dinheiro porque não pensar em ações de sustentabilidade? Exemplos: jantar pago, ingresso antecipado, compra de cotas do livro ou CD, uma festa, venda de camisetas etc.

4 – Construa um plano de negócios, de possibilidades de patrocínio e cotas, não só baseado em incentivo.

5 – Quando abordar uma empresa não pense somente no projeto em si. Pense que esta empresa poderá ser uma parceira para vários momentos.

6 – Pense e repense a sua planilha financeira para que sempre tenha formas alternativas para readequar os orçamentos.

7- NUNCA, repito NUNCA, aborde um possível patrocinador falando de imediato que o projeto está em lei X ou Y. Esta informação é a “Cereja do bolo”.

Com estes conselhos sei que você terá muitas ideias. Acredite no seu projeto, acredite que ele é um bom negócio para o patrocinador.

A INTELIGÊNCIA é entender que PATROCÍNIO CULTURAL É INDEPENDENTE DE LEI DE INCENTIVO. Patrocínio é uma via de mão dupla, é um ganha X ganha. Mas, sendo você o maior interessado, tente construir os argumentos necessários para o convencimento. Vender também é uma arte.

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